14 novembro 2013

7 cientistas mortos por suas próprias experiências


Seja por ingenuidade ou simples deslizes, esses cientistas encontraram a morte por causa das experiências que estavam realizando.
Carl Scheele (1742-1786)
O genial químico farmacêutico descobriu vários elementos, como oxigênio, molibdênio, tungstênio, manganês e cloro, porém tinha o mal hábito de usar o olfato e paladar em suas descobertas. A longa exposição ao mercúrio, chumbo e outras toxinas desagradáveis levou Carl a morte por toxicidade de metais pesados aos 44 anos.
Elizabeth Fleischman Ascheim (1859-1905)
Logo após a descoberta dos raios-X por Wilhelm Conrad Röntgen Elizabeth estudou bastante e adquiriu equipamentos de raios-X para abrir um dos primeiros laboratórios nos EUA. Facinada com a ferramenta, ela passava dias radiografando-se em nome da ciência. Elizabeth se especializou em tratamento dentário, ganhando uma grande reputação. No entanto, ela se recusava a usar proteção durante as experiências e tratamento dos clientes, afirmando que seus pacientes ficariam desconfortáveis e inseguros ao vê-la usando proteção. Ela morreu de envenenamento por radiação aos 46 anos de idade.
Alexander Bogdanov (1873-1928)
Russo, Alexander foi um médico, economista, filósofo, cientista, escritor de ficção científica, poeta, professor, político e um dos pioneiros da cibernética e ciência organizacional, bem como fundador da primeira instituição do mundo dedicada inteiramente a transfusões de sangue, em 1926. Foi um pioneiro em hematologia, chegando a realizar 11 transfusões em si mesmo, o que ele declarou ter curado sua calvície e melhorado sua visão. Infelizmente sua última transfusão foi contaminada com malária e tuberculose, levando-o a morte.
Marie Curie (1867-1934)

A pesquisa de Marie e seu marido Pierre Curie levou ao isolamento de polônio e rádio. Marie passou a vida pesquisando radiação e estudando terapias com radiação, porém sua constante exposição aos elementos levou a leucemia. Marie Curie foi a única pessoa a receber dois prêmios Nobel em dois campos diferentes: química e física.
Haroutune (Harry) K. Daghlian Jr. (1921-1945)
O físico americano fez parte do Projeto Manhattan e durante um experimento de massa crítica acidentalmente deixou cair um tijolo de carboneto de tungstênio no núcleo de uma bomba de plutônio. O acidente causou uma reação crítica e sua única alternativa foi retirar o tijolo com a mão para encerrar a reação. Ele teve sucesso, porém morreu 25 dias depois devido à exposição a grandes quantidades de radiação.
Malcolm Casadaban (1949-2009)
Um professor de genética molecular, biologia celular e microbiologia, Casadaban realizava pesquisas de laboratório em uma bactéria que causava pragas e acabou sendo infectador por esta.
Richard Din (1987-2012)
O foco de sua pesquisa era o desenvolvimento de uma vacina contra a poderosa bactéria Neisseria meningitidis, um tipo de bactéria que leva a meningite e infecções na corrente sanguínea. Um dia ele apareceu com dores de cabeça e náuseas, o que logo piorou e ele precisou ser levado ao hospital. Não adiantou – 17 horas depois ele estava morto, devido a exposição com a bactéria que ele estava trabalhando.

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